Cartas sobre a Confederação dos Tamoyos
| dc.contributor.author | Alencar, José de, 1829-1877 | pt_BR |
| dc.coverage.spatial | BRASIL | |
| dc.coverage.temporal | Século 19 | |
| dc.date.accessioned | 2010-01-22T20:45:27Z | |
| dc.date.accessioned | 2015-03-25T13:25:55Z | |
| dc.date.accessioned | 2016-04-29T01:48:09Z | |
| dc.date.accessioned | 2019-05-14T18:04:27Z | |
| dc.date.available | 2010-01-22T20:45:27Z | |
| dc.date.available | 2015-03-25T13:25:55Z | |
| dc.date.available | 2016-04-29T01:48:09Z | |
| dc.date.available | 2019-05-14T18:04:27Z | |
| dc.date.issued | 1856 | pt_BR |
| dc.description | Abaixo do título: Por IG. (Publicadas no Diário) | pt_BR |
| dc.description.abstract | O volume, de 1856, reúne oito textos publicados por José de Alencar, sob o pseudônimo de Ig., no jornal Diário do Rio de Janeiro, datados de 18 de junho a 15 de agosto do mesmo ano. Nessas cartas, Alencar procede a uma crítica radical do poema de Gonçalves de Magalhães, A confederação dos tamoios, cuja publicação fora custeada pelo imperador Pedro II. A publicação da crítica dá origem a uma grande polêmica, da qual participa inclusive Pedro II, na defesa do seu protegido e do romantismo oficial que este encarnava. Alencar atacou A confederação por dois flancos principais: por um lado, avaliou o poema do ponto de vista dos preceitos clássicos que regiam a epopeia, censurando-lhe a falta de elevação do tema e da linguagem, a ausência do elemento maravilhoso e ainda a não observância de princípios ordenadores da ação principal; por outro, acusou o feitio pouco romântico da obra, reclamando caráter mais específico das personagens, mais cor local e maior aproveitamento dos motivos líricos na descrição da natureza brasileira. Nessa segunda linha de argumentação, terminava por sugerir que a forma da epopeia, ainda que fosse realizada de acordo com os preceitos, seria inadequada aos tempos modernos, sendo o romance a forma mais capaz de dar conta dos objetivos épicos românticos. E de fato, no ano seguinte, Alencar apresentará, com grande repercussão de público, o que pode ser visto como uma resposta e um contraponto ao poema de Magalhães, o romance O Guarani. | pt_BR |
| dc.description.localnote | Encad. meio couro verde convervando a capa original | |
| dc.format.medium | 96 p.; 16 p. de notas : 21,8 x 13,5 cm | pt_BR |
| dc.identifier.barcode | 45000018542 | |
| dc.identifier.dedalus | 002353028 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/bbm/4642 | |
| dc.language | Português | pt_BR |
| dc.publisher | Rio de Janeiro : Empreza Typographia Nacional do Diario | pt_BR |
| dc.relation.isversionof | 1 ed. | pt_BR |
| dc.rights | Domínio público | pt_BR |
| dc.subject | LITERATURA BRASILEIRA | pt_BR |
| dc.title | Cartas sobre a Confederação dos Tamoyos | pt_BR |
| dc.title.alternative | [Cartas sobre a Confederação dos Tamoios] | pt_BR |
| dc.type | LIVRO | pt_BR |
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